
Foto reprodução: G1
A prisão em flagrante aconteceu durante uma operação da PF deflagrada no Ceará com objetivo de combater o armazenamento, o compartilhamento e o acesso a esse tipo de conteúdo ilegal.
Segundo a investigação, o suspeito participava de um grupo de mensagens usado para compartilhar arquivos de abuso sexual infantil. Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, policiais encontraram esse tipo de material no celular do suspeito, o que motivou a prisão em flagrante.
Investigação em Camocim
Outra operação da PF de combate ao compartilhamento de pornografia infantojuvenil foi deflagrada na cidade de Camocim, que fica a cerca de 350 quilômetros da capital Fortaleza.
A investigação começou após denúncia de uma organização não governamental (ONG), que identificou uma pasta com centenas de arquivos de abuso sexual infantil em uma plataforma de armazenamento na internet.
A PF rastreou acessos ao conteúdo a partir de um endereço na cidade e cumpriu mandado de busca no local.
No imóvel, foram apreendidos celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos. Como os equipamentos eram de uso compartilhado, o material ainda será analisado para identificar os responsáveis.
As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal. O objetivo é analisar os equipamentos e confirmar os crimes, além de identificar possíveis outros envolvidos.
Os investigados podem responder por crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), como armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil.
Sobre as operações
A Polícia Federal deflagrou duas operações simultâneas com o objetivo de reprimir crimes relacionados ao armazenamento, compartilhamento e acesso a material de abuso sexual infantojuvenil na internet.
As ações, denominadas Operação Inocência Protegida XVI e Operação Inocência Protegida XVII, foram cumpridas no Estado do Ceará, nas cidades de Eusébio e Camocim, respectivamente.
“A Polícia Federal reforça que o armazenamento, o compartilhamento e até mesmo o simples acesso a esse tipo de material configuram crime grave, que contribui diretamente para a perpetuação da violência contra crianças e adolescentes. As investigações seguem em andamento, podendo resultar na identificação de outros envolvidos e na adoção de novas medidas”, pontuou a PF., em nota
Onde denunciar
As ações, denominadas Operação Inocência Protegida XVI e Operação Inocência Protegida XVII, foram cumpridas no Estado do Ceará, nas cidades de Eusébio e Camocim, respectivamente.
“A Polícia Federal reforça que o armazenamento, o compartilhamento e até mesmo o simples acesso a esse tipo de material configuram crime grave, que contribui diretamente para a perpetuação da violência contra crianças e adolescentes. As investigações seguem em andamento, podendo resultar na identificação de outros envolvidos e na adoção de novas medidas”, pontuou a PF., em nota
Onde denunciar
Polícia Miliar – 190: quando a criança está correndo risco imediato
Samu – 192: para pedidos de socorro urgentes
Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres
Qualquer delegacia de polícia
Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa
Conselho tutelar
Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia.
WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008
Ministério Público
Fonte: G1
Samu – 192: para pedidos de socorro urgentes
Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres
Qualquer delegacia de polícia
Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa
Conselho tutelar
Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia.
WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008
Ministério Público
Fonte: G1

