Jovem apontado como suspeito de atentado nos EUA é achado morto

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Jovem apontado como suspeito de atentado nos EUA é achado morto
O corpo de um jovem que foi encontrado no início desta semana no rio Providence, no estado de Rhode Island (EUA), foi confirmado como sendo o de um aluno da Universidade de Brown. O jovem havia sido citado injustamente como possível suspeito pelo atentado na Maratona de Boston. Segundo a emissora de TV NBC, Sunil Tripathi, de 22 anos, tinha sido visto pela última vez no dia 16 de março. Seu nome apareceu recentemente nas redes sociais como possível suspeito pelos atentados na maratona, que deixaram três pessoas mortas e dezenas de feridas.  

Inicialmente, o caso de Tripathi tinha sido relatado como desaparecimento. No entanto, depois dos atentados no dia 15 de abril, alguns usuários no Twitter, Facebook e Reddit relacionaram a imagem de Tripathi com a de um dos suspeitos das explosões em Boston. Falsamente, os usuários do Twitter, Facebook e Reddit compararam Tripathi como sendo um dos suspeitos do atentado que apareciam em imagens divulgadas pelo FBI. Posteriormente, a polícia identificou os suspeitos como sendo os irmãos Dzhokhar e Tamerlan Tsarnaev. Atentado Acusado formalmente pelo atentado, o americano de origem chechena Dzhokhar Tsarnaev foi capturado com vida na noite da última sexta-feira. Seu irmão, Tamerlan, tinha sido morto em confronto com a polícia na madrugada do mesmo dia. Dzhokhar, que estava respondendo as perguntas dos investigadores por escrito, afirmou que seu irmão mais velho o havia recrutado para participar dos ataques na chegada da Maratona de Boston. Durante o interrogatório, o jovem também disse que eles realizaram os ataques para protestar contra as guerras dos Estados Unidos no Iraque e no Afeganistão. Segundo as autoridades americanas, Dzhokhar ficou calado após a polícia ler seus direitos constitucionais. Os direitos foram lidos apenas 16 horas após o início do interrogatório. Ele parou de falar imediatamente após um juiz e um representante da promotoria entrarem em seu quarto no hospital onde está internado e lerem os chamados “Direitos de Miranda”, que garantem ao acusado o direito de ficar calado e receber orientação jurídica.  

G1
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